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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Ser mãe...

Não se escuta do obstetra nem do pediatra. Passa batido pelo chá de bebê. Não está nos livros, não se aprende nas classes. Até a mais incrível das amigas falha ao tentar explicar. Não, não vim falar do amor. 
É sobre a importância. 
Bem vinda a maternidade, onde um ser de 50 centímetros que não aguenta segurar o próprio pescoço precisa de você.
Você.
Você com o abdômen recém cortado ou com o períneo extremamente magoado (leia-se pê da vida).
Você sem saber segurar direito, amamentar direito, trocar fralda direito, dormir direito.
O bebê precisa de você.
Você.
Você com baby blues no coração, nas olheiras, no cabelo preso de qualquer jeito.
Você admirando a perfeição do rosto adormecido, com medo da falta de liberdade, soluçando ao sentir o vazio.
O bebê precisa de você.
Você.
Você com o seio mais duro do que o seu bumbum jamais será, morrendo de medo da primeira ida ao banheiro (nº 2), e com o coração transbordando amor.
Você dormindo em pé, torcendo para o corpo voltar, e para "pelamordedeus" pararem de palpitar.
O bebê precisa de você.
Você.
Você fazendo arrotar, andando de lá pra cá, embalando depois da mamada das ‪3:48‬. Cansada, frustrada, completa.
Você sem saber como sobreviveu a noite passada, a primeira semana, o primeiro mês, o primeiro ano.
O bebê precisa de você.
Você.
Você tentando consolar, e amar, e fotografar, e viver, e lembrar.
A cólica precisa de você, o choro, o trocar, o alimentar, o banhar, o cuidar.
O bebê precisa de você.
Você.
Você rezando para que a madrugada acabe, mas implorando para que o tempo passe mais devagar.
Ah o tempo... É ele quem devagarinho traz outras coisas que precisam de você.
O sorriso precisa de você, o abraço, o olho no olho, as gargalhadas precisam de você.
O "mamãe eu te amo" precisa de você, o dividir alegrias, o soprar as velinhas, o "olha mamãe" precisa de você.
O amor precisa de você, as emoções, os primeiros passos, o frio na barriga precisa de você.
E como nos filmes onde no final tem uma revira-volta, a gente cai na real.
A partir do momento que você segura o seu bebê no colo, na eternidade do sopro no ouvido "tá tudo bem, a mamãe tá aqui", acontece.
Você precisa do bebê.
Você.
Texto retirado do livro 60 dias de Neblina.

sábado, 14 de maio de 2016

Por que ter outro filho?


"Depois do sufoco do primeiro parto,
Depois dos primeiros dois anos difíceis do primeiro filho,
Depois de saber de todos os gastos que um filho nos permite ter,
E por essas e tantas outras razões, quando a gente anuncia uma segunda ou terceira gravidez, se depara com boas e "não tão boas" reações...
Algumas pessoas entendem como mais uma benção, outras como "mais problemas".
Algumas pessoas ficam felizes por você, outras te acham "louca"...
E pra essas pessoas, só posso responder que SIM, EU SOU LOUCA...
Sou louca para que o meu filho sinta o amor de um irmão.
Sou louca para não vê-lo mais brincando sozinho no chão do seu quarto. 
Sou louca para ver um cuidando do outro.
Sou louca para ver o amor que existirá entre eles.
Sou louca para ir embora tranquila dessa vida sabendo que na dor, eles terão em quem se apoiar.
Sou louca pra ver a minha casa cheia de amor, de alegrias e de gargalhadas!
Sou louca por que sei que essa vida só faz sentindo quando plantamos coisas boas, e assim levarei a gratidão dos meus filhos por terem um ao outro. 
Eu estou fazendo o que eu acredito que seria o melhor para o meu filho e o melhor que eu poderia deixar para ele, seria não deixá-lo sozinho nesse mundo tão cheio de individualidades.
Então, antes de julgarem quem quer ter 1, 2 ou 10 filhos, entenda aquilo que ela quer deixar de melhor pro mundo dela."

- autor desconhecido


domingo, 10 de abril de 2016

Eu te amo!!!

Porque é tão difícil dizer eu te amo? Mas não fale um eu te amo de  qualquer jeito, ele deve ser sentido ! Eu te amo virou frase comum, como bom dia, boa tarde ou obrigado(a) ! Analise e diga agora mesmo um Eu te amo verdadeiro , para quem você ama. Você irá notar que soará diferente e a pessoa também vai perceber !!!!
E eu não estou falando do amor entre parceiros... Estou falando de pessoas que vc ama: seu pai, sua mãe , seus irmãos , seus filhos .....
Ame ! Mas deixe que o outro saiba o quanto vc o ama....
Amanhã? Amanhã pode ser tarde...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Novidades...

Estou com 18 semanas e hoje foi dia de fazer a ultra...
Não sei se sou só eu, mas toda vez que vou ver o bebê me dá uma agonia!
Não importa que é segunda gravidez, a gente pira.... será que está tudo bem? O coração tá batendo direitinho? E em tempos de Zica, a pergunta que não quer calar: O perímetro cefálico está normal?
Essa ultrassom foi só para saber o sexo e dar inicio a compra do enxoval, mas todas essas perguntas continuam rondando sempre ....
O bebê está bem! todas as medidas dentro da normalidade...

Isso mesmo, o Ian está chegando para completar a família! O nosso pequeno príncipe ...


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Contrato de Maternidade


Sim, eu aceito.
Não dormir. E se dormir, ter a mente sempre ligada.
Ter restinhos de comida, banana, leite, iogurte, baba e ranho na minha roupa, não importa onde eu esteja.
Estar sempre acompanhada, onde quer que eu vá.
Carregar carrinho de bebê no colo em toda escada sem rampa .
Aceito não ser dona da minha mama. E não me importar que você mame sempre que precisar e quiser.
Aceito que minha linda mala se transforme em um trocador de fraldas, cheia de fraldas, lencinhos e brinquedos.
Falar ao telefone correndo, antes que você grite, chore ou me chame.
Aceito que meu assunto principal seja seu cocô, arroto e cólicas, seu dentinho que está nascendo, ou para que escola você vai.
Aceito ter brinquedos espalhados pela casa
Comer os restinhos que ficarem no seu prato
Sorrir para todas suas gracinhas
E inventar musicas para te fazer dormir.
Aceito aprender o nome de milhões de personagens de desenhos animados
Ouvir todas as musicas para criança que estão na internet, muitas em russo porque tem aquela menina loirinha com o urso que você adora, e até ouvir aquela bendita galinha.
Aceito conversar com as mães mais chatas do mundo, só para você brincar com o filho dela.
Aceito trocar qualquer passeio ao cinema, shopping ou teatro, por uma volta ao parquinho da esquina de casa.
Aceito engolir meu orgulho e vergonha, quando você se desesperar por um brinquedo no supermercado
Aceito sorrir quando eu estiver cansada,
Te abraçar quando você cair, ou chorar sem motivo
Te amar mesmo quando eu estiver furiosa.
Sim, eu aceito tudo isso.
Eu aceito ser Mãe.
💜💛💚💙
(Stephanie Cabritta)

Ser mãe é muito contraditório...
Você ama e ao mesmo tempo daria tudo para ter um tempinho só para você...
E quando consegue um tempinho, sente um vazio enorme!!
É isso aí, ser mãe não tem lógica, não é um conto de fadas... mas quem é mãe, não trocaria isso por nada!